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ORAÇÕES

SEM RESPOSTAS

 

Por que as nossas orações não são respondidas? Sabemos como orar? Aqui apresentamos os fatos

que todos nós precisamos compreender,

e que esclarecerão o assunto.

 

NOS ABANDONADO? Por que as orações parecem tão vazias e inúteis? Por que não dão resultado?

Hoje, a razão fundamental por que as orações da maioria das pessoas não são respondidas é que elas não conhecem o Deus verdadeiro. Geralmente pensam em Deus como algo vago, distante e indefinível. Elas não conhecem o verdadeiro Deus – o atuante, legislador e GOVERNANTE do universo. Parecem esquecer que Deus, se revela a Si mesmo através de Sua Palavra, a Bíblia, e nos mostra de que natureza Ele é, informando-nos como devemos obedecê-Lo, e o que Ele promete fazer a nosso favor.

Acredite no que diz a Bíblia

Poderíamos acreditar na Palavra de Deus, ao pé da letra? O que nela está escrito será realmente o pensamento de Deus? Jesus acreditava que sim. Ele afirmou: “A tua palavra é a VERDADE” (João 17:17). Os apóstolos constantemente ensinavam e agiam como se a Palavra de Deus fosse literalmente verdadeira.

Quem estará com a razão? Seguiremos as idéias conflitantes dos homens, ou preferiremos obedecer a Jesus Cristo e viver “de toda a palavra que sai da boca de Deus”? (Mt. 4:4.)

Para obter resultados nas nossas orações precisamos ACREDITAR NO DEUS QUE A BÍBLIA REVELA, e que a Palavra dEle é a verdade. Devemos ser dispostos a viver conforme a Palavra de Deus e a seguir Seus mandamentos. Devemos nos libertar das tradições tacanhas deste mundo confuso, tanto natural como eclesiástico .... Busquemos o verdadeiro Deus em oração. Que estudamos a Palavra de Deus para descobrir os Seus mandamentos e as Suas promessas, e então acreditemos no que as Escrituras dizem!

A Bíblia revela sete condições básicas que deveríamos satisfazer quando fazemos oração. Quais são elas?

Procure a vontade de Deus

Em Tiago 4:1-4, o apóstolo mostrou que os filhos deste mundo, lutando e guerreando como é de seu costume, deixam de receber ajuda porque frequentemente negligenciam de pedi-la a Deus. E quando o fazem, é para satisfazer seus fins egoístas. Pedir egoisticamente é pedir “mal” (Tiago 4:3). Não espere resposta para tal oração.

Para obter a resposta, devemos seguir o exemplo de Jesus que afirmou: “Não busco a minha vontade, mas a vontade do Pai que me enviou” (João 5:30).

Mas poderemos conhecer a vontade de Deus? “Pelo que não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor” (Ef 5:17).

Devemos estudar a Palavra de Deus. Então começaremos a pensar mais da maneira como Deus pensa. Viremos a conhecer qual é a vontade de Deus em toda a situação. E se crêmos e sabemos que Deus é AMOR, e que Sua vontade é para o nosso bem, então vamos desejar orar conforme a vontade dEle.

Nem sempre é preciso que haja uma promessa específica na Bíblia para sabermos que algo é da vontade de Deus. Pela experiência e orientação aprenderemos como aplicar os princípios da vontade revelada de Deus a qualquer situação que possa surgir.

O essencial é que oremos conforme a vontade de Deus para receber a resposta. “E esta é a confiança que temos com ele, que, se pedirmos alguma cousa segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obtemos os pedidos que lhe temos feito” (1 João 5:14-15, Edição Revista e Atualizada no Brasil, daqui em diante abreviada ARA).

Pedir conforme a vontade de Deus é condição absoluta e fundamental para se obter respostas às orações. Todas as demais condições poderiam ser agrupadas abaixo desta, porque são itens específicos da vontade de Deus que se relacionam com a oração.

Acredite no que Deus diz

A maioria das pessoas não percebe que a falta de fé é, nada mais, nada menos, que a descrença de que Deus cumprirá a Sua promessa ou manterá a Sua palavra. Alguma vez já pensou desta maneira?

A fé verdadeira não é um “sentimento” emocional que você desenvolve ao abrigar certos pensamentos repetidamente. Você não “se induz a si mesmo” nem “se esforça a pensar” na fé real, que confia.

A fé que provém de Deus é simplesmente sua disposição por meio da ajuda divina de confiar, em silêncio e pacientemente, em Deus, para que Ele execute a Sua palavra. Abraão teve esta espécie de fé. O apóstolo Paulo, falando dele, escreveu: “Não duvidou da promessa de Deus, por incredulidade mas, pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus, estando plenamente convicto de que ele era poderoso para cumprir o que prometera” (Rm 4:20-21. ARA).

Abraão confiou inteiramente em Deus, que Ele cumpriria Suas promessas. E nós?

Se não temos a fé verdadeira, peçamos-a a Deus. A fé é uma das dádivas do Espírito Santo de Deus.

Tiago foi inspirado a escrever que é preciso ter fé para se receber respostas às orações (Tiago 1:5-7.) Aquele que vacila não obterá resposta. “Não pense tal homem que receberá do Senhor alguma coisa” (versículo 7).

Deus, nas Escrituras Sagradas, fez centenas de promessas que podemos reclamar como nosso direito.

Seja fervoroso

É comum, em nossos dias, os pais ensinarem a seus filhos orações decoradas. O pai frequentemente murmura umas rápidas palavras rotineiras de agradecimento quando está à mesa. O ministro lê ou recita de memória uma prece eloqüente que deixa a todos impressionados. Mas será que Deus ficou impressionado?

Os “frutos” demonstram que raramente Deus ouve tais preces, porque geralmente não são respondidas.

Isto ocorre porque as pessoas não “clamam” a Deus com todo o coração (Os 7:14). Não suplicam com todo o seu ser, como faziam os antigos profetas – e como Cristo fazia quando orava.

Na noite anterior à Sua crucificação, Jesus precisou de poder de Deus para a provação que se aproximava. Realmente Ele necessitava ficar perto de Deus. Ajoelhando-se, começou a orar, pedindo que a vontade de Deus fosse feita, e não a Sua. “E, posto em agonia, orava mais intensamente. E o seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue, que corriam até ao chão” (Lc 22:44). Ele orou fervorosamente com todo o Seu coração.

Em Tiago 5:16 lemos que “muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (ARA). Deste modo temos que orar, ardentemente, com zelo e fervor, se esperamos que Deus nos ouça.

Devemos orar com todo o nosso coração.

Temor e humildade

O homem moderno considera-se auto-suficiente e seguro de si, mesmo achando que pode prescindir da direção de Deus. Não teme a Deus nem respeita a Sua Palavra como fonte de autoridade sobre sua vida. Ele é vaidoso, egoísta e cheio de si. Não é de estranhar, pois, que Deus não responda às orações de tais homens!

TEMER A DEUS e obedecer a Sua Palavra é a primeira condição necessária, e a mais importante para se conhecer a Deus. “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Sl 111:10).

O homem precisa reconhecer que ele é formado do pó da terra e que ao pó tornará. Vai permanecer sem a vida eterna a não ser que receba o Espírito de Deus, e, assim, poder ser gerado com a vida eterna. A vida eterna é um dom de Deus (Rm 6:23), e não algo que já possuímos.

“Que é a vida”? É como se fosse uma neblina que aparece por instante e logo se dissipa” (Tiago 4:14, ARA).

Temos a necessidade de temer a Deus, reconhecendo que nossa vida está em Suas mãos. Deveríamos ser humildes, reconhecendo que qualquer dom ou talento que tenhamos, é nosso porque foi Deus quem nos deu. Quando pudermos nos aproximar de nosso Criador com esta atitude –respeitando Seu poder e Sua autoridade sobre nós – então Ele ouvirá nossas petições.

Quando Cristo estava na carne, Ele mesmo temia a Deus como deveríamos. “O qual, nos dias da sua carne, oferecendo, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas ao que o podia livrar da morte, foi ouvido quanto ao que temia” (Hb 5:7). Quando reconhecermos inteiramente nossa própria fragilidade, então rogaremos a Deus como devemos.

Pedro escreveu: “Revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (1 Pedro 5:5).

A atitude de humildade e temor divino é condição vital nas orações, em todos os momentos.

Sejamos perseverantes

Em Lucas 18:1-8, Jesus contou uma parábola ensinando-nos que deveríamos orar sempre e nunca desanimar. Ele nos mostrou que mesmo um juiz iníquo finalmente atenderia ao clamor de uma viúva que continuamente o incomodava. Assim deveríamos perseverar em oração, mesmo que Deus não responda de imediato.

Deus fez muitas promessas em Sua Palavra, entretanto em nenhum lugar da Bíblia prometeu cumpri-las de imediato, ou da forma que escolhemos. Às vezes é bem melhor que nossas orações não sejam respondidas imediatamente; pois é desta maneira que Deus produz a fé paciente em nosso caráter.

Tiago foi inspirado a escrever que, “a prova da vossa fé obra a paciência” (Tiago 1:3). Ora, se Deus não responde às suas petições imediatamente, procure exercitar a paciência e continue a orar até que Ele responda.

Não importune desnecessariamente a Deus. Ele possui sabedoria suprema para saber como e quando seria melhor responder às suas orações. Entretanto, se você orou como devia, Ele as responderá. Deus sempre cumpre Suas promessas! Portanto seja perseverante. Continue orando com fé, e Deus se disporá a cumprir a parte dEle.

Obediência

A sexta condição para se obter resposta à oração é consistentemente negligenciada e violentada pela maioria dos pretensos “cristãos”. Esta depende diretamente do fato antes mencionado de que, hoje, são poucos os que conhecem realmente o verdadeiro Deus. Ninguém olha para Deus como AUTORIDADE sobre sua vida. Pelo contrário, exaltam como “deus” esta sociedade mundana, seus costumes, suas tradições e suas práticas religiosas.

Paulo, sob inspiração divina, escreveu: “Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para a obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos” (Rm 6:16, ARA). Se obedecemos e seguimos os caminhos pecaminhosos deste mundo, estamos colocando esta sociedade e seus costumes pagãos no lugar do verdadeiro Deus! Deus quer mais do que a simples aparência de devoção. Ele exige OBEDIENCIA!

Se nós ainda não aprendemos a temer ao Deus verdadeiro, nem a aceitar Sua Palavra como autoridade em nossa vida, então realmente nem mesmo conhecemos a Deus. “Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade” (1 João 2:4, ARA).

Como podem os homens, persistentemente, recusar obediência aos mandamentos de Deus e, depois, esperar que Ele responda às suas petições? O apóstolo Pedro responde: “Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos, e os seus ouvidos atentos às suas orações; mas o rosto do Senhor é contra os que fazem males” (1 Pedro 3:12).

Pecar é simplesmente transgredir a Lei de Deus (1 João 3:4, ARA). Deus não ouve as orações daqueles que persistem deliberadamente no pecado no mal. Se obedecessem a Deus, teriam resposta quando orassem, e Deus não pareceria estar tão distante, nem tão irreal como provavelmente parece a muitos de nós.

Atenderá Deus às preces de alguém que não seja convertido? Sim, sem dúvida alguma. Ele mesmo vendou os olhos de muitos à compreensão da verdade nesta era (Rm 11:7-8). É da Sua responsabilidade que ainda não conheçam a verdade. Portanto Deus às vezes ouve e responde às orações dos que Lhe obedecem o tanto quanto conheçam até aquela altura.

Os leprosos e aleijados que vieram a Jesus para serem curados não conheciam toda a verdade de Deus. Entretanto reconheceram que Jesus fora enviado por Deus e que podia curar. E, assim, puseram em prática o que conheciam.

Portanto, é uma ação que parte do coração ou da atitude do homem. Se nos aproximamos de Deus com espírito humilde e arrependido, determinado a obedecê-Lo, no melhor do nosso conhecimento, Ele nos atenderá. Mas para os que conhecem a verdade, não se “justificam” as desculpas deles em desobedecer a Deus.

Os cristãos legítimos podem ter a confiança especial de que Deus responderá suas orações quando são obedientes. “E qualquer coisa que lhe pedimos, dele a receberemos; porque guardamos os seus mandamentos, e fazemos o que é agradável à sua vista” (1 João 3:22).

Use o nome de Cristo

A sétima condição para a oração ser atendida é o uso correto do nome de Cristo. Este assunto tem sido muito mal compreendido, e muitos abusam frequentemente do nome de Cristo.

Após ter estado com Seus discípulos por mais de três anos, ensinando-lhes qual é a “vontade de Deus”, e como obedecê-la, Jesus lhes disse: “Na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu pai em meu nome ele vo-lo há de dar. Até agora nada pedistes em meu nome; pedis, e recebereis, para que o vosso gozo se cumpra” (João 16:23-24). Quando oramos a Deus, estes versículos nos dão o privilégio de empregar o nome de Cristo – a pedir com Sua permissão. Todavia a maioria não compreende como se pode pedir “em nome de Jesus”.

Quando nosso governo envia um embaixador a outro país, outorga-lhe autoridade para realizar certos negócios em seu nome. Ele pode atuar em nome do governo de seu país, porque lhe foi conferida essa autoridade como representante escolhido. Tal autoridade é limitada àquilo que o governo especificamente lhe autorizou. Se ele ultrapassar a autoridade delegada, sua ação será nula e não será ratificada pelo seu país.

É desta maneira que devemos pedir “em nome de Jesus”. Cristo conferiu aos Seus ministros o encargo de exercerem certas funções em Seu nome ou seja, com Sua permissão. Só teremos o direito de pedir algo de modo legítimo “em nome de Jesus”, quando sabemos que é dá Sua vontade, e que será ratificado pela Sua autoridade.

Os que vivem em Cristo e são filhos de Deus têm o privilégio de orar em nome de Cristo, como Jesus esclareceu, em João 15:7: “Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.”

Apenas recitar alegremente as palavras “em nome de Jesus”, ao final de uma oração contrária à vontade de Deus ou de Cristo, é absolutamente inútil.

É verdade, as palavras de Jesus precisam estar em nós, e precisamos pedir de acordo com a Sua vontade precisamos estar nEle – pertencer a Ele. “Mas se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele” (Rm 8:9). E Deus somente concede o Seu Espírito Santo àqueles que Lhe OBEDECEM (Atos 5:32).

Portanto, para orar em nome de Jesus, precisamos, ao mesmo tempo, estarmos nos submetendo à Sua vontade no melhor de nosso entendimento. “No nome de Jesus” significa com a Sua autorização. Oramos por intermédio dEle, nosso Sumo Sacerdote (Hb 4:14-16).

Cristo nosso Sumo Sacerdote foi tentado como nós, em todas as coisas (versículo 15). Ele compreende nossas fraquezas. E Sua vontade revelada conceder-nos o Seu Espírito (Lc 11:13) e ajudar-nos a viver uma vida mais abundante (João 10:10).

Precisamos estudar a Palavra de Deus para conhecer os princípios de Sua vontade, para que possamos pedir com Sua autorização.

Orar em nome de Jesus é um grande privilégio. Utilize corretamente o nome de Jesus, e suas orações serão respondidas por causa da Sua autorização.

Haverá ação!

Se fielmente nos ajustarmos a estas sete condições para obter resposta às orações, com a ajuda de Deus, então, poderemos ter certeza absoluta de que Deus nos atenderá. Estaremos nos modificando, crescendo e achegando-nos mais a Deus, a cada dia. Estaremos ativamente procurando e fazendo a vontade dEle.

Este contato íntimo com o Criador do céu e da terra nos dará paz mental e confiança serena que nada poderá destruir. Entretanto, a nossa confiança não será em nós mesmos, mas no maior de todos os poderes existentes. Em toda provação e problema que tenhamos, temos o direito de rogar ao Poder Supremo o Deus vivo e atuante que Se revela a Si mesmo na Bíblia.

Como inspiração deixou-nos Deus um exemplo de como Ele ouviu e respondeu até as súplicas de um homem não-convertido, só porque ele tinha um espírito reto, e havia obedecido o pouco que conhecia. Em 2 Reis 20:1-11, lemos o caso de como o rei Ezequias, que estava a ponto de morrer, procurou o socorro de Deus.

O próprio profeta de Deus, Isaias, havia anunciado a Ezequias que ele iria morrer. Mas Ezequias sabia que Deus era todo-misericordioso, e que havia obedecido no melhor de seu entendimento.

Assim Ezequias “chorou muitíssimo” e buscou a intervenção de Deus (2 Reis 20:3). Ele suplicou com todo o seu coração.

Apesar de ter dito previamente a Isaias que Ezequias morreria, Deus ouviu e respondeu à fervorosa oração de Ezequias! Deus adicionou-lhe mais 15 anos de vida.

Que resposta!

Mas terá sido só isso?

Não, de modo nenhum. Ezequias não duvidou do poder de Deus para intervir e agir como fazem as pessoas do mundo. Ele fez um pedido a mais, que Deus lhe desse um sinal especial de que seria curado (versículo 8).

O servo de Deus, Isaías, deu a Ezequias a escolha do sinal – que preferisse a sombra da luz do sol mover-se dez graus para diante ou dez graus para trás. Ezequias disse que seria mais difícil a sombra recuar dez graus. “Então o profeta Isaias clamou ao Senhor; e fez voltar a sombra dez graus atrás” (versículo 11).

Por causa da fé de Ezequias, da obediência, e das súplicas fervorosas, o Deus Todo-poderoso não só o curou e lhe adicionou mais 15 anos de vida, mas realmente fez com que o sol (do ponto de vista de Ezequias) retrocedesse seu caminho nos céus!

Isto não foi uma “ilusão de ótica”. Os milagres de Deus são reais! “Porque para Deus NADA é IMPOSSIVEL” (Lc 1:37).

Se cremos que a Palavra de Deus é a verdade, isto deveria nos inspirar a orar como nunca fizemos antes! Oremos pela Obra de Deus, pelos servos de Deus, pelo povo de Deus que está por todo o mundo. Peçamos com fé pelas nossas próprias necessidades. Dependamos de Deus para resolver todas as nossas dificuldades. Ele é o Deus de TODO PODER! ƒb